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domingo, 25 de outubro de 2009

As melhores praias de nudismo

Os adeptos de nudismo sabem escolher. Entre as praias mais belas do planeta, algumas foram conquistadas pelos adeptos desse estilo de vida despojado. Nessas  privilegiadas faixas de terra e mar, a opção de procurar uma maior proximidade com a natureza, é louvada. Fatos de banho são supérfluos. A regra é estar 100% em contacto com o sol, com o mar, com a areia e com os outros banhistas de todos os sexos, idades e opções sexuais. Para os leitores que estão prontos para se despir e usufruir do sol de corpo inteiro, eis aqui a lista de algumas das melhores praias de nudismo do mundo:
 
Port Leucate – Golfo de Lion, França


 







Situada numa região estratégica na costa do Mediterrâneo, no centro do triângulo formado pelas cidades de Toulouse, Montpellier e Barcelona, esta é uma das maiores (22 000 m²)colónias nudistas de todo o mundo.Esta colónia consiste em várias casas localizadas numa língua de terra entre o lago e o mar.
Jovens, idosos, crianças e famílias aproveitam um quilómetro de areias douradas (delimitado pelo Grau de Leucate e a entrada do porto), águas calmas e ondas suaves para ter um contacto máximo com a natureza. Três resorts nudistas dividem o pedaço de terra, mas a praia é aberta a todos.

Samurai Beach - New South Wales, Austrália












Situada a cerca de três horas de carro de Sydney, no Parque Nacional de Tomago, esta praia de areias claras e águas azuladas atrai nudistas de todo o país. O seu famoso carnaval, que acontece todos os anos em Novembro, é um dos eventos mais populares da Austrália. A região é também conhecida como a capital australiana dos golfinhos. Mais de 200 exemplares vivem nas águas da Península Tilligerry, onde fica a praia.


Haulover Beach - Flórida, Estados Unidos


















Localizada na parte norte de Miami Beach, a cerca de cinco quilómetros do Distrito de Broward, esta é uma das praias mais conhecida da Flórida. Nos fins de semana, chega a atrair milhares de banhistas, vindos de todas as partes do mundo. São mais de 700 metros de extensão, protegidos por nadadores-salvadores bastante discretos, que controlam a região e garantem a diversão de todos. Casas de banho, chuveiros, barraquinhas de comida e bebidas, bem como cadeiras e chapéus-de-sol estão a disposição dos visitantes. 





Vera Playa – Andaluzia, Espanha


















A capital espanhola do nudismo é um dos destinos de viagem mais populares do verão europeu. Quiosques, bares e até campos vólei de praia para os nudistas estão espalhadas na praia. A temporada dura de Abril até meados de Outubro.
Banhistas de todos os cantos do planeta param por lá, dando uma atmosfera cosmopolita, amigável e familiar.






Banana Beach – Ilha de Skyatos, Grécia















Apesar desta ilha grega não ser das mais amigáveis para com o público nudista, nas três praias que compõem a Banana Beach, os nudistas são sempre bem vindos. Actualmente, Big Banana, a maior de todas, foi invadida pelos adeptos dos biquínis e calções de banho. Portanto, a melhor praia para os nudistas é a chamada Small Banana ou Spartacus Beach. Menor, mais aconchegante e menos tumultuada. De qualquer maneira, todas têm areias brancas, águas calmas e translúcidas.  
 

domingo, 11 de outubro de 2009

Ainda dizem que o nudismo não ajuda ao turismo...


Jornal El Mundo de 25 de Maio de 2006.
Madrid – Espanha (Edição Nacional)

Contracapa:
Excursões… só para nudistas.

Peter Englert – O empresário alemão tem conseguido revolucionar o sector do turismo no Reino
Unido com uma agência de viagens atípica

Se procurarmos no diccionário a palavra ‘empreendedor’,
encontraremos este significado: “Que executa resolutamente
acções difíceis ou complicadas.” A definição final pode ser bem
aplicada, sem dúvida alguma, a Peter Englert. Este alemão
residente no Reino Unido à quase 40 anos, não é o que podemos
chamar de empresário comum. Até à poucos dias ele era
proprietário da Peng Travel www.pengtravel.co.uk/ , uma agência de viagens com sede
em Romford-Essex, que possui uma curiosa peculiaridade: Todos
os seus clientes praticam nudismo.
Englert fundou a empresa em 1971, mas o número de clientes
não foi o esperado: no duro início só 28 pessoas se dirigiram a
ele para reservar excursões ao exterior e o clima da Inglaterra não
era muito atractivo para a prática nudista.
Sem embargo, o empenho de Englert vislumbrou que o interesse por este tipo de férias
em que não se precisa de trajes de banho na mala superaria todas as expectativas. Em
2005 a Peng Travel teve 4000 clientes, faturou 2,6 milhões de libras e um lucro liquido de 235mil libras.
“Quando criei o meu negócio, a maioria de meus clientes era sócio de clubes naturistas.
Agora, estes perfazem menos da metade de minha clientela.”, diz Englert, que também
assegura que na Alemanha o naturismo já era, naquela época, muito mais comum do que
em seu país adoptivo.
O rosto de Englert apareceu em numerosos meios de comunicação britânicos quando resolveu vender a sua
empresa, a Travelzest, em 9 de maio passado, uma agencia de turismo – não naturista.
Nesta venda, fala-se que Englert recebeu uma volumosa soma de 1,8 milhões de libras.
“Os britânicos são tímidos” diz o empresário inovador. “Não são capazes de conversar
com a pessoa que se senta ao seu lado no comboio, por isto, despir-se diante de estranhos
deveria ser difícil para eles. Também o tempo não ajuda a fomentar o naturismo. Porém
uma vez que o praticam, sentem-se como peixes na água”. Segundo algumas estimativas,
existe algo em torno de um milhão de nudistas no Reino Unido e mais de 20 milhões em
toda Europa.
Peter Englert nasceu em Berlin à quase 70 anos. Criou-se numa família tradicional que
nunca praticava o naturismo. A primeira aproximação de Englert com este hábito ocorreu
ainda em sua adolescência, numa excursão a uma ilha do Mar do Norte, onde todos seus
companheiros se despiram.
Ele continuou sua experiência em outras ocasiões “num lugar adequado e nos
momentos propícios, não numa fria manhã de inverno londrino”. Depois disto trabalhou
em diferentes agências tradicionais de turismo, no princípio na Alemanha e logo depois na
Inglaterra. Foi ali onde surgiu a idéia que lhe fez famoso em toda ilha. “Era a ocasião de
combinar um interesse meu com uma oportunidade empresarial. Mas estou seguro que
muitos de meus colegas acharam que aquilo era uma loucura”, relembra Englert.
Dito e feito
As actividades da empresa começaram com um único destino, a antiga Iugoslávia, um dos
poucos lugares na Europa que oferecia boas opções naturistas naquela época. Porém,
hoje, a Peng Travel possui uma ampla gama de opções turísticas com muito sol em
Espanha, França, nos países das Caraíbas e no México, onde os turistas podem jogar Volei
de Praia, andar de Windsurfe, dançar ou comer num restaurante totalmente nus. Uma das
normas do “Desire Resort” (um dos destinos no país Asteca), mostra bem quais são as
actividades esperadas no naturismo: “Nossas opções são variadas, porém não permitimos
actividades e propostas sexuais nas áreas comuns”.
Apesar das opiniões de Englert acerca da timidez britânica para desnudarem-se, o primeiro
clube naturista fundado no mundo foi fundado – ironia do destino – por um inglês no
meio do apogeu do Império Britânico. A sede deste clube não estava na Inglaterra, e sim
na distante Índia que era parte dos domínios da coroa britânica e cujas temperaturas eram
muito mais agradáveis para a prática do Naturismo. Em 1891, Charles Edward Gordon
Crawford, que era juiz em Bombaim, decidiu descansar de suas obrigações jurídicas nas
praias de Thana sem levar uma peça de roupa. Infelizmente para o movimento naturista
britânico, o clube acabou fechando em pouco tempo por causa do pequeno número de
sócios que Crawford conseguiu juntar.
Segundo Englert “nós desfrutamos do naturismo porque ele significa liberdade. Sentir o
vento em todas as partes do corpo é magnífico e quando nadas, é muito gostoso fazê-lo
sem roupas.
O Naturismo rompe os tabus sociais e faz com que relaxemos
saudavelmente, sem conotações sexuais”.


sábado, 10 de outubro de 2009

Caminhantes ou mirones?


Outra das situações usuais na praia do Meco é a existência dos "caminhantes" que se fartam de andar junto ao mar, de um lado para o outro, beneficiando do bem da caminhada e da maresia.
No entanto é engraçado reparar que, embora a praia seja muito grande e haja sempre a possibilidade de se caminhar no sentido da Lagoa da Albufeira, é precisamente no sentido contrário que as pessoas gostam de caminhar, para a praia nudista, pois aí além dos benefícios da caminhada sempre se pode ver os nudistas e comentar o que se vê, sendo uma intromissão à liberdade dos nudistas, pois muitas vezes parece que as pessoas vão como se fossem assitir a uma exposição ou um espectáculo estranho.
Ao fim ao cabo não são diferentes dos mirones que costumavam parar no cimo das falésias, só que estes não se escondem.
Não digo com isto que os têxteis não possam fazer as suas caminhadas, os nudistas também as fazem, mas como os nudistas não fazem caminhadas na praia têxtil, porque é que eles têm que fazer caminhadas na praia nudista?
Embora a praia esteja legalizada e sinalizada (com pedras?), tudo isso é ignorado pelos têxteis.
Talvez fosse melhor definir melhor a praia nudista e sinalizá-la de outra maneira.







Este ano foi bom para o nudismo...

Este ano para nós foi bom para o nudismo, pois fomos muitas vezes à praia.
Como é hábito nestes últimos anos, fomos para o Meco, mas ao contrário de outros anos em que tínhamos de descer por um caminho sinuoso, ao qual chegávamos através de uma estrada de areia, raízes de árvores e afins, este ano optámos por ir para a ponta oposta, junto dos parques de estacionamento e do café que tem a concessão da praia.
Muito mais simples, menos perigoso (pois descer por aquele caminho é um perigo e nós também temos crianças) e menos cansativo.
No entanto reparámos que embora estejamos bem para dentro da área nudista, perto do buraco de argila, existe sempre têxteis que se vêm colocar junto dos nudistas, havendo até dias em que parecia que eram os nudistas que estavam a ocupar a praia têxtil e não o contrário.
E embora digamos que não nos faz confusão, não pudemos deixar de comentar o que faz famílias inteiras de têxteis, com crianças até, virem escolher precisamente uma zona bem no meio dos nudistas, e não tirarem uma única peça de roupa.
Será por se sentirem bem no meio de nudistas ou porque gostariam de experimentar o nudismo e ainda lhes falta a coragem para o fazerem?
Ou então para tentarem ocupar um espaço nudista e deste modo transformá-lo em têxtil?
Não entendemos!.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Nudismo ou Naturismo

Ser nudista ou naturista, muitas vezes é a questão que se levanta.
Muitas vezes perguntam:
- São nudistas ou naturistas?
Ora a nosso ver o nudista é alguém que encara a nudez como algo natural e gosta de estar/andar nu, e o naturista, além de também ter esta relação com a nudez, tem uma maior aproximação com a natureza, sendo mais activos nas questões da preservação da natureza bem como no consumo de alimentos naturais.
Ao fim ao cabo é uma questão de nomenclatura, pois os naturistas gostam de andar nus e os nudistas de certeza que se preocupam com as questões da natureza, daí ser só uma questão de como as pessoas se sentem mais cómodas ao serem referenciadas.
No nosso caso sentimo-nos mais cómodos sendo nudistas.