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sábado, 25 de setembro de 2010

Chegou o Outono

Pois é, tudo tem um fim e o Verão este ano também acabou, e com ele os dias mais compridos e com certeza a praia e o calor.
O Outono chegou e não tarda nada começa o frio, o vento e a chuva, não nos restando alternativa, se não fazer nudismo no quentinho das nossas casas. E que bem que sabe com o frio e a chuva na rua, estar em casa nu com um bom aquecimento (lareira, por exemplo) a funcionar. Este ano achámos que houve claramente um retrocesso do nudismo no Meco, não tendo sido um ano tão bom como o ano passado, mas como o tempo para nós passa a correr, não tarda nada estamos no Natal, logo a seguir o Carnaval, depois a Páscoa, e lá vem o Verão outra vez.
Quem sabe, pode ser que nessa altura já haja infra-estruturas com qualidade que possibilitem fazer nudismo sem incómodos em Portugal, ou pelo menos que a nova legislação sobre o nudismo já esteja aprovada. Achamos que se poderia fazer um pouco mais em Portugal, que não sejam só os encontros convencionais - porque não festas nudistas nas alturas especiais do ano (Natal e Carnaval por exemplo), e também um pouco mais de informação das associações existentes, que nos parece muito escassa.
Nós da nossa parte continuaremos a incentivar a nudez no exterior quando está calor e no interior quando está frio. 

E começou há um ano...

Já passou um ano desde que pensámos em colocar as nossas opiniões acerca do nudismo numa página própria.
No início pensámos em muita coisa, desde a dificuldade que poderia haver em manter o blog apelativo, até ao impacto em termos de visitas que o blog iria ter.
Começámos do zero, pois era a nossa primeira experiência a este nível e valemo-nos do que víamos e gostávamos noutros blogs, e a partir daquilo que vimos surgiram muitas ideias. Fizemos muita pesquisa para conseguir a programação para o que pretendíamos, aprendemos a programar e fizemos alguma programação de raiz, para chegar ao que está visível neste momento. Gostávamos de fazer mais, pois existem ideias que continuam por pôr em prática, mas o tempo que podemos dispensar também muitas vezes não é o ideal.
Quando surgiu a ideia do nome “Casais Nudistas” foi principalmente por sermos um casal praticantes de nudismo, e por acharmos que não existia nada do género para os casais nudistas portugueses, e na altura pensámos que iria haver alguma adesão da parte dos casais em Portugal, que poderiam partilhar as suas experiências de nudismo/naturismo.
Como estávamos enganados, pois não houve grande adesão visível ao blog da parte dos casais portugueses, houve sim algumas tentativas de conotar o blog a sexo, swing e homossexualidade, que tivemos que bloquear pois iria contra a ideia que temos do nudismo, mas isto não nos impediu de manifestar sempre as nossas opiniões sobre os assuntos nudistas que achávamos que devíamos comentar, pois este blog é precisamente e principalmente isso – uma página de opiniões sobre nudismo, gerido por um casal nudista. Enquanto acharmos que vale a pena pôr a nossa opinião, iremos continuar a fazê-lo, depois logo se vê. E no espaço de um ano publicámos 67 posts e tivemos 77000 visitas. Obrigado pela confiança.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Praia de Topless

Depois de alguns dias no campo, as férias continuaram com praia, no sítio do costume – o Meco – para podermos gozar de um bronzear total e tirar as marcas que os fatos de banho deixaram por termos ido para as praias fluviais. E já que tínhamos chegado do campo ao sábado, no domingo lá fomos nós para a praia.
Ao chegarmos à praia reparámos que estranhamente (ou talvez não) as pedras e placas que indicavam a praia nudista/naturista já não estavam visíveis. No entanto mantivemos o nosso rumo em direcção ao local habitual da nossa prática de nudismo, tudo como habitualmente fazemos. Reparámos que havia algumas pessoas espalhadas a fazer nudismo, situação que foi aumentando durante a manhã, no entanto essa situação alterou-se próximo da hora do almoço e começo da tarde, havendo uma redução do numero de nudistas e um aumento do numero de banhistas em topless e têxteis. Quando demos por nós éramos os únicos presentes numa zona nudista mas que já o não aparentava tal era a quantidade de pessoas que não estavam nuas, havendo até uma situação que nos incomodou um bocado pois ouvimos comentários de têxteis/topless perto de nós que diziam que se fossem eles a estarem no meio de nudistas se sentiriam incomodados e se iriam embora, numa mensagem directa para nós. Embora estivéssemos numa praia de nudismo legal e fossem os têxteis que estavam no sítio errado, naquele momento parecia que tínhamos sido nós a invadir uma praia têxtil, como tal levantámos as nossas coisas, vestímo-nos e viemos embora. No entanto antes de sairmos reparámos que a cerca de 100 metros mais para o interior o nudismo não tinha sido afectado e havia uma concentração de nudistas muito maior, mas já estávamos de saída. Durante a semana voltámos a frequentar a praia do Meco mas percorrendo os 100 metros a mais para não voltarmos a ter os mesmos problemas, e notámos que durante a semana havia menos têxteis do que no fim-de-semana e que no novo sitio já não havia a “intromissão” dos têxteis, o que nos permitiu chegar à seguinte conclusão:

1 - A praia de nudismo/naturismo do Meco foi empurrada mais para o interior do que era habitual, o que mostra uma tomada de posição que os têxteis conseguiram ter em relação aos nudistas/naturistas e consequentemente o seu enfraquecimento.

2 - Esse desaparecimento de parte da praia de nudistas/naturistas, embora não muito visível durante a semana, é notório ao fim de semana, com o aparecimento de uma zona onde agora em vez de nudismo se pratica na maioria o topless, podendo nós chamar a essa zona uma praia de topless.

3 - Embora muitas vezes tenhamos chamado à atenção para o deslocar da praia de nudismo/naturismo do Meco mais para o seu interior e consequentemente, mais distante do estacionamento e das infra-estruturas de apoio, e da intromissão dos têxteis em zonas nudistas, será que a situação na praia da Estela, bem como a tomada de posição do vereador e o apelo à violência, não terá acelerado mais esta situação?

Mas apesar destas contrariedades continuamos a achar o Meco como uma praia muito boa e pretendemos continuar a frequenta-la, desde que a zona nudista não se afaste mais ou desapareça.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Caça às bruxas


Embora tenhamos estado de férias no interior centro do nosso país, a usufruir dos benefícios que o ar do campo pode proporcionar, assim como das belas praias fluviais que existem, com muito boas condições e infra-estruturas (pena que não sejam nudistas), mantivemo-nos atentos às questões nudistas que se desenvolveram durante este tempo no nosso país através dos órgãos de comunicação social (que era a única coisa que nos ligava ao resto do mundo, visto que net e telemóveis raramente funcionavam por falta de rede), nomeadamente o caso da praia da Estela.
E ficámos deveras surpreendidos com o que vimos e ouvimos, pois não pensávamos ser possível chegar-se a tal ponto.
Pelo que pudemos apurar já há algum tempo que alguns têxteis se movimentavam para que os nudistas deixassem de frequentar esta praia, tendo havido até alguns confrontos no ano passado, com têxteis a invadir a praia com paus e pedras para expulsarem os nudistas, que dizem praticam actos sexuais à vista de toda a gente. No entanto a polícia marítima afirma que não existem queixas desse género, e sempre houve um relacionamento cordial entre nudistas e têxteis, e estamos a referirmo-nos a uma praia que, embora não fosse de nudismo legal, era há muito de nudismo tolerado, o que quer dizer que há muito que havia um equilíbrio entre os frequentadores têxteis e nudistas.
Pelo menos até a altura em que foi à assembleia da república o pedido de alteração de lei do nudismo/naturismo.
Pois agora apareceu um senhor vereador da Câmara Municipal da Póvoa do Varzim pelo PS, que veio a público denunciar essas práticas sexuais – se calhar sem nunca ter frequentado a dita praia – e dizer que é inadmissível a prática de nudismo pois importuna os têxteis, visto a praia ser uma praia têxtil.
Tudo isto não passaria de um fait divers político, em que o vereador aparece muito preocupado com o bem estar de algumas pessoas que até podem não ser do seu município, mas faz bem à sua imagem politica, não fosse estar presente na mesma conferência de imprensa, junto com o Sr. vereador, um individuo que apelou à violência para que a prática de nudismo naquela praia deixe de acontecer - "Caso eles [os nudistas] continuem aqui, a população pode optar pela violência", bem como os comentários que nos dias seguintes apareceram na televisão, nomeadamente uma pessoa que dizia que se o nudistas continuassem na praia teria que tomar medidas drásticas.E aqui, sim ficámos surpreendidos. Não só pela situação de ameaças de violência contra nudistas, só porque não se concorda com a filosofia de vida seguida por estas pessoas, mas mais grave, a intervenção de pessoas com responsabilidades políticas a nível camarário e que dão o seu aval, quer através do discurso quer através da presença em conferências de imprensa em que se apela à violência.
O próximo passo do Sr. vereador é designar a praia como zona balnear designada, para que não seja possível a legalização da praia para o nudismo/naturismo (parece os miúdos donos da bola, é minha só eu é que jogo).
Depois de vermos esta “novela”, comentámos que isto é só o começo pois outras praias aparecerão e outras questões se levantarão, mas o que parece é que voltámos ao tempo da caça às bruxas.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Nudismo: Falta de condições de segurança nas praias preocupa naturistas

No jornal 'Público' de dia 19/07/2010 saiu este artigo que faz menção a muitas situações já focadas por nós neste blog e que passa pela falta de segurança e de infraestruturas nas praias de nudistas, bem como o crescente "empurrão" que os têxteis estão a fazer junto dos nudistas com a sua permanência, muitas vezes de provocação, muitas vezes só para poderem ter uma visão privilegiada dos nus, e no caso que conhecemos melhor - o Meco - temos notado que assim é. Não temos nada contra os têxteis, só achamos que cada qual tem o seu espaço e deve ser respeitado. Aqui fica o texto para ser lido e pensado por todos os nudistas, pois parece que o nudista português só quer o seu espaço para a sua prática, não fazendo muito para "lutar" por ele.

A lei 29/94, que define o regime de prática do naturismo, estipula que estas praias devem ser isoladas e encontrar-se a, pelo menos, 1500 metros de aglomerados urbanos, escolas, colónias de férias, hotéis, parques de campismo ou conventos, mas não acautela a segurança dos banhistas que optam pela nudez.
"As praias não têm nadadores-salvadores, não há concessionários privados que queiram pegar em praias naturistas. Estas praias não têm as condições que deveriam ter", lamentou o presidente da Federação Portuguesa de Naturismo (FPN), Rui Martins.
A praia dos Alteirinhos (Odemira), foi a última a juntar-se à lista oficial que inclui ainda as praias de Adegas (Aljezur), Barril (Tavira), Belavista (Almada), Meco (Sesimbra) e Salto (Sines).
A estas acrescem muitas outras zonas balneares "toleradas", que acolhem um número incerto de nudistas, mas que Rui Martins assegura estar a aumentar já que "as pessoas convivem melhor com o corpo que têm e libertam-se mais".
"Normalmente, quando experimentam, ficam adeptas. Há pessoas que procuram a FPN e convidamo-las a participarem nos nossos encontros. Muitas juntam-se ao movimento", garantiu.
E mais seriam, acredita o responsável da FPN, não fosse a invasão das praias naturistas por "têxteis" (pessoas que não são nudistas) que "inibe o aparecimento de novos adeptos".
"As praias naturistas estão a ser completamente invadidas por 'têxteis'. Na semana passada, no Meco, 80 por cento dos frequentadores eram 'têxteis'. De certa maneira, isso inibe o aparecimento de novos nudistas", contou Rui Martins, acrescentando que os nudistas não estão contra os 'têxteis', mas sim "contra alguns abusos de pessoas que não são nudistas e adoptam comportamentos exibicionistas ou vão para a praia com intuitos menos próprios".
"Já fui abordado numa praia tolerada e resguardada, onde não há 'mirones', por uma senhora que me veio fazer uma proposta indecente", contou à Lusa.
Pior ainda, só os "mirones", que continuam a ser uma presença quase tão habitual nestas praias como os próprios nudistas.
"Há cada vez mais 'mirones'", disse Rui Martins, lamentando a falta de praias e infra-estruturas para nudistas.
Muitas autarquias resistem ainda a este modo de viver e, em muitos casos, o desacordo e o preconceito face ao nudismo chega a gerar conflitos, como aconteceu no ano passado na praia da Estela (Póvoa da Varzim), uma das preferidas pelos nudistas da região Norte.
"Na praia da Estela chegou a haver ameaças de grupos que pareciam milícias populares, armados com paus e pedras. São coisas que não se viam há muitos anos", lamentou o presidente da FPN.
Uma vez que as autoridades da zona "não estão muito interessadas" em legalizar a praia para a prática oficial de nudismo, a Federação optou por nem sequer avançar com um requerimento.
"Se pusermos um requerimento pode haver mais vigilância e inviabilizar no futuro a legalização da praia", justificou Rui Martins.
Oficializar uma praia depende, sobretudo, "da vontade política das autarquias" e a FPN só avança quando o processo tem fortes possibilidades de ter um desfecho favorável.
A Federação começa por avaliar a sensibilidade dos autarcas, contactando os municípios onde existem praias toleradas e frequentadas há muitos anos por naturistas.
"Só avançamos quando temos quase a certeza que o parecer nos é favorável", frisou Rui Martins
O requerimento tem ainda de passar pela consulta a várias entidades antes de poder ser aprovado pela assembleia municipal.
Para os naturistas, estar nu não é só andar sem roupa, mas reflecte também uma determinada filosofia de vida.
"O naturismo é conviver bem com o nosso corpo, não temos problemas em mostrá-lo, nem olhamos de maneira menos própria para o dos outros. Gostamos de conviver naturalmente, apanhar sol e banhar-nos nus", explicou o presidente da FPN. Como descreve o site da FPN, os naturistas prezam a prática da nudez colectiva em harmonia com a natureza, com o propósito de favorecer a auto-estima e o respeito pelos outros e pelo meio ambiente.
(...)

terça-feira, 20 de julho de 2010

Fim-de-semana de espectáculo rock, confusão na praia.

Foi o que pensámos quando soubemos que no fim-de-semana que passou iria haver um festival rock na zona do Meco. Mas a princípio nem nos causou grande impacto pois quando, na vezes anteriores que fomos à praia passámos pelo recinto onde iam ser feito os espectáculos, reparámos que era mais perto da Lagoa da Albufeira do que do Meco, portanto não haveria problema. Mas na semana passada ao lermos alguns jornais reparámos que aconselhavam as pessoas que iam ao festival, para passar o tempo durante o dia, a irem para a praia nomeadamente para a praia do Meco e que inclusive, informavam que do lado esquerdo da praia podiam encontrar nudistas. Aliado a tudo isto, as informações de que haveria restrições de trânsito, bem como a presença de Prince no Domingo (dia em que íamos à praia), já nos deixou preocupados. Mas mesmo assim fomos, pensando que se houvesse algum problema para circular poderíamos sempre voltar para trás. Felizmente para lá fomos sem problemas, até porque vamos cedo para a praia para as crianças poderem usufruir do sol, ficando nas horas de maior calor à sombra dos chapéus. E prevendo já uma enchente maior andámos ainda mais para o interior da praia nudista, com queixas das meninas da família (são duas, mãe e filha, mas queixam-se bastante, principalmente a pequena porque têm de andar muito, e a areia cansa). Montámos as nossas coisas e fizemos as nossas actividades normais de brincadeira junto ao mar, no entanto fomos reparando que não havia tantos nudistas como é habito, perguntando-nos se seria por causa do festival, havia sim era muitos grupos de jovens, que vestidos ou em topless começaram a ocupar a praia, sem problemas. O dia decorreu normalmente, com a presença da polícia quer na areia como no mar, ao que nos perguntámos se seria uma novidade para ficar ou algo só para o festival, mas à tarde reparámos que numa praia nudista tínhamos ficado reduzidos a 4 casais nus espalhados numa zona em que habitualmente é predominantemente nudista, e que para podermos ir ao mar tínhamos que circular por entre grupos de têxteis como se tivéssemos precisamente numa praia têxtil e não o contrário.

Nudismo Vs Nudez Opcional

Com isto tudo colocamos a seguinte pergunta:
Se quando vamos para uma praia têxtil e nos despimos, as pessoas dessas praias podem chamar o cabo-do-mar, que nos obriga a vestir, nos dá uma lição de não podermos estar nus numa praia em que não é permitido, e até nos pode multar, será que nós podemos fazer o mesmo numa praia nudista em relação aos têxteis que lá vão sem se despirem?
Já sabemos que algumas respostas vão ser que o nudismo só é permitido em praias legalizadas, e que temos que respeitar a lei, etc…Por isso mesmo, respeitando nós a lei, indo para uma praia de nudismo, e sendo em Portugal as praias consideradas de nudismo e não de nudez opcional (como acontece em alguns países), porque não podemos chamar o mesmo cabo-do-mar para obrigar as pessoas a despirem-se, dar-lhes o mesma lição e até multá-los por estarem vestidos em zona imprópria para o efeito? Só de imaginar a situação de poder multar têxteis por estarem a circular em zonas nudistas já dá vontade de rir.
Mas ficámos com uma referência para o futuro - praia em dia de festival rock, nem pensar. É preferível fazer nudismo em casa.

terça-feira, 6 de julho de 2010

1º Dia de praia

Domingo foi o nosso 1º dia de praia.
Levantar cedo para não apanhar trânsito e chegar ao Meco com tempo para ter estacionamento à sombra. Muito calor logo pela manhã, o rádio anunciava 35º para durante o dia e já estavam 27º às 09.00h. A criançada ia toda satisfeita por ser finalmente o dia de praia há muito prometido. Quando chegámos já a praia estava com algumas pessoas, fomos para o sítio habitual e montamos o nosso espaço com as toalhas e os chapéus-de-sol. O mar estava bravo (bandeira amarela) e a água estava um pouco fria, no entanto as crianças acharam óptima e fartaram-se de brincar à beira mar. Muita gente a fazer nudismo, mas também muitos têxteis a misturarem-se. Nada de extraordinário não fosse aqueles que ficam a olhar fixamente para as pessoas nuas como se nunca tivessem visto, ou então os que ao passearem junto ao mar param para admirarem melhor os corpos nus. O elemento feminino deste blog pela primeira vez sentiu-se incomodada, e com razão, pelos têxteis que, sem mostrarem qualquer problema, se punham parados a olhar fixamente para o corpo dela e de outras mulheres que estavam na água. Não é nada agradável e se os confrontamos ou olhamos directamente para eles ainda são mal-educados. Como ela dizia – “Parece que somos uns macaquinhos que estamos aqui para sermos vistos”. No entanto tudo se ultrapassou. Notámos a presença de mais estrangeiros a fazerem nudismo (principalmente alemães) o que é muito bom. E achámos que os têxteis estão a chegar a praia de nudismo/naturismo um pouco mais para longe do que era habitual. Continuamos a achar que faz falta uma zona bem delimitada e marcada como praia de nudismo/naturismo, e até comentámos que a quantidade de pessoas que ontem estava na praia a fazerem nudismo, se se unissem poderiam fazer coisas muito boas para o nudismo/naturismo do Meco, mas infelizmente as pessoas parece que só querem fazer o seu nudismo, no seu espaço e pouco mais. É pena.
À tarde, na hora de maior calor mantivemo-nos debaixo dos chapéus a descansar e a jogar, que com o sol não se brinca, e depois então fomos para a água novamente para nos refrescarmos, agora com menos pessoas a “passear”. No fim da tarde começou uma das características do Meco, que é de repente começar muito vento, e lá começam as pessoas a correrem atrás dos chapéus. Hora de vir embora, (também para não apanhar muito trânsito) cansados mas satisfeitos.
Durante a semana, trabalho mas no próximo fim-de-semana à mais…