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sábado, 4 de agosto de 2012

8 razões porque você deve andar nu/nua com mais frequência

Por Kate Fridkis
The Frisky


Recentemente, acabei nua em frente de um espelho de corpo inteiro. Foi um acidente. A sério, foi. Eu não ando muito nua. Enfim, lá estava eu, nua, em frente a este espelho. E por alguma razão, estive um longo momento, apenas a olhar. E foi estranho. Porque me ocorreu que eu nunca faço isto. O que eu acho que é realmente muito normal. Mas a parte estranha foi que realmente, eu não conhecia o meu próprio corpo nu. Era vagamente familiar, é claro. Quero dizer, eu tomo banho e outras coisas. Mas eu quase nunca presto atenção a ele (o corpo), excepto para fazer alguma crítica inútil, ou ser surpreendida pela forma como estou gordinha em alguns lugares. Na verdade, desde que ganhei algum peso, eu até queria ficar nua menos tempo. Especialmente quando não há sexo envolvido. Ao ficar na frente do espelho, eu tive uma pequena epifania. Eu deveria conhecer melhor o meu corpo nu. Deveria sentir-me bem ao estar nua. Na verdade, todos deveriam. Se eu fosse uma ditadora, eu impunha um tempo diário de nudez. E cuidados de saúde gratuitos para todos! E bolo! Mas principalmente tempo de nudez. Porquê? Aqui ficam algumas razões ...

1. Este é você. Por baixo de todas essas roupas, esta é a forma como realmente você é. O resto é um disfarce. Não é estranho não conhecer o seu próprio corpo nu? É meio estranho. Às vezes eu sinto mais que sou um cérebro, e depois então existe este corpo anexado. Este corpo que inevitavelmente parece desproporcional em fotos. Este corpo que decidiu de forma abrupta ganhar curvas recentemente, e que antes tinha sido uma espécie de esqueleto. O meu corpo parece menos um país das maravilhas, como John Mayer pode cantar, e mais um deserto misterioso em que, ocasionalmente, germina um cabelo estranhamente colocado como uma bandeira, declarando assim a sua independência eterna. Mas não importa o quanto separado do seu corpo você se sente, você é o seu corpo. E é você. Você é esse corpo estranho / cérebro - como uma combinação hibrida alienígena criatura - não, como uma pessoa. Então você deve conhecer-se a si mesma. Nua.

2. É mais divertido. Eu tenho sido conhecida por me sentir um pouco desconfortável em estar nua. Como se, por vezes, está alguém por perto, mas por alguma razão eu tenho que mudar de roupa, eu faço a dança contorcendo-dentro-das-roupas que geralmente resulta num qualquer exercício novo ou então eu caindo sobre meu rosto no vestiário do ginásio. Mas quanto mais divertida é a vida quando você se sente bem em estar nua? Muito, eu estou disposta a apostar. Não que você tenha que mostrar sempre tudo em frente de estranhos, mas sempre é melhor não ter que se preocupar com eles por estarem a ver algo que não que não se adequa ao que se costuma ver. Como é divertido sentir como seu corpo nu é lisonjeiro? MUITO MAIS DIVERTIDO.

3. Sexo. Este é um grande problema. E é melhor quando você gosta do seu corpo nu, quando você sabe como você é nua, e por isso não é chocante, e quando você se sente confortável nua. Caso contrário, pode ser muito, muito estranho. Pode ser, do género "por favor, apague a luz antes de eu tirar este robe". Ou então depois "espere, você tem uma lanterna para que eu possa encontrar meu caminho de volta para o meu robe?". Espero que nunca seja assim tão estranho... Mas o sexo pode ficar definitivamente comprometido quando você está preocupado com seu o corpo. E o seu corpo definitivamente tem de estar (pelo menos relativamente) nu para o sexo. Para um sexo incrível, a confiança do corpo é uma necessidade absoluta. E eu suponho que todos nós queremos ter sexo incrível? Certo? OK, ótimo.

4. Roupas. Quanto melhor você se sentir nua, melhor você se vai se sentir com roupas. Porque as roupas não serão apenas para ocultar algo, elas estarão comemorando algo. Eu quero que as minhas roupas sejam uma celebração. Será que é pedir muito delas? Acho que não!

5. Porque ele está lá. Como o Evereste. Mas muito menos perigoso e sem neve. Quero dizer, o meu não tem neve. Se no seu caso tem, também não há problema. Os nossos corpos são um desafio. Eles são complicados e desobedientes e, às vezes parece que precisam de ser domados. Às vezes, são um obstáculo que precisa de ser superado. Escalado, se quiser. Como o Monte Evereste. Ou talvez só precisem de ser mais apreciados. Isto é realmente o que penso. Assim, um pouco menos como o Monte Evereste e um pouco mais como um cachorrinho. Ele só precisa de atenção! Dê-lhe amor e atenção e ele vai recompensá-lo com sentimentos de felicidade e conforto. E sex appeal.

6. As "falhas" do seu corpo não serão tão chocantes. Fiquei chocada ao perceber que tenho gordura nas costas. Deve ter aparecido de surpresa. No outro dia, estava eu a escrever no meu laptop só com uma toalha enrolada, logo após o banho, e ao inclinar-me para trás na cadeira tive um vislumbre das minhas costas no espelho vertical pela mesa. Oh, o horror que me aguardava! Era aquilo um rolo de gordura? Como um rolo de canela ou alguma massa pastosa? Nas minhas costas? Porquê, Deus, porquê? Porque isso aparentemente é o que acontece quando você não está muito magra e tem pele em volta. Não teria sido tão chocante se eu digitasse nua (parcial) com mais frequência. Ou apenas conhecia melhor o meu corpo nu. Então teria sido como, "Ok. Gordura nas costas. É um facto. " Isso me lembra - Estou com desejo de um rolo de canela. Essas coisas são boas.

7. Você vai conhecer os seus tamanhos reais. As minhas mamas são geralmente uma mentira. Eu visto um sutiã acolchoado o tempo todo. Quando comecei a namorar o meu marido, eu tinha esta percepção horrível de que a primeira vez que ele me visse sem sutiã, ele poderia ficar ... impressionado. Ou simplesmente ofendido. "Publicidade enganosa!" Ele ficou bem, mas me fez pensar sobre a diferença dramática entre as minhas mamas vestidas e nuas, e eu me perguntava porque estava com medo de ter mamas que eram, hum, do tamanho real das minhas mamas? Estou com medo de quê? Talvez em parte porque estou tão desacostumada a isso. O desconhecido é assustador. Mas as minhas mamas não têm de ser desconhecidas. Eu só tenho que tirar o meu sutiã, e lá estão elas. Como magia.

8. Você vai-se sentir mais confortável. Se você consegue andar pelo seu apartamento nua e feliz, atravessar uma sala com roupas é provavelmente como comer uma fatia de bolo. Se você consegue comer uma fatia de bolo nua e feliz (isto talvez seja o meu objectivo final, na vida), então definitivamente pode fazer tudo. Gostar de si nua é gostar de si exposta, imperfeita, complicada, e inacabada. Se você pode gostar de si mesmo assim, então pode enfrentar o mundo, orgulhosa e nua! Ou simplesmente orgulhosa. Com a confiança de uma confiante pessoa nua.

Então ... faça isso! Fique nua na frente de um espelho por algum tempo. Faça isso mais do que uma vez. Tente andar nua. Possivelmente comer bolo. Ter relações sexuais com as luzes acesas, e ter tempo para admirar o seu próprio corpo em acção. Isto não é auto-admiração, é saudável e bom para todos. Você poderia até tentar fazer ioga nua. Eu ainda não fui tão longe, mas isso não significa que você não possa superar-me. Vá em frente, desafio-a, supere-me!

Tradução livre casaisnudistas

terça-feira, 31 de julho de 2012

Os meus pais são nudistas (ou como eles dizem: Confortabilistas)

Por Kate Messinger 
The Gloss
 

No 6º ano, uma nova amiga veio a minha casa e viu os meus pais a descansarem nus no quintal. Isto foi quando eu descobri que minha família era um pouco diferente da maioria. A minha amiga gritou. Eu pensando que outro coelho tinha caído na piscina, gritei também. A minha mãe com calma, com uma toalha tapou o rabo nu do meu pai (ele estava a dormir, de barriga para baixo, felizmente) e vestiu a sua t-shirt larga de London Calling. Tapou quase tudo.

A minha amiga admitiu que esta fora a primeira vez que vira um homem nu. “Nem mesmo o teu pai?” Perguntei eu. Por momentos até fiquei um pouco orgulhosa; desta vez eu não era a adolescente pudica sem peito em que me estava a tornar. Ela pareceu mais chocada com a minha pergunta do que depois de ver o rabo do meu pai. Ela saiu e eu estava mortificada. Quando pedi à minha mãe para que, da próxima vez que eu trouxesse uma amiga a minha casa, ela usasse roupas, ela recusou: “É a minha casa!” disse ela ao libertar-se da t-shirt. “Eu uso calças quando tu pagares a renda.”

Em casa os meus pais estavam quase sempre nus. Eu já estava habituada porque também andava quase sempre nua. As fotografias mostravam a minha família alegremente a banharem-se nus na nossa banheira de água quente, e o meu irmão gémeo e eu a corrermos nus sobre a areia com os meus pais nus a verem na caravana. Aparentemente, este não era o caso para a maior parte das crianças da minha idade. Aparentemente a maioria das crianças usa roupas enquanto participa em actividades familiares, mesmo na Califórnia. Os meus pais são ambos baby boomers (que nasceram durante a explosão populacional – entre 1945 e 1964). Eles cresceram numa época de pais rigorosos com laços apertados e cintas impiedosas e simpatizam com a Sally Draper, quando todos vemos Mad Men em roupa interior nas visitas domiciliárias. Eles foram adolescentes, queimaram sutiãs, tomaram ácido na lama de Woodstock, tornaram-se hippies e nunca se arrependeram. Eles na realidade conheceram-se nus, durante uma reunião dentro de uma banheira de água quente (outra vez, desta vez na Califórnia). No entanto os meus pais não se consideram nudistas. Eles consideram-se confortabilistas. E isso é o que era crescer com os meus pais: confortável. A nudez dos meus pais nunca foi política, nunca foi algo que fosse forçado a outros, e definitivamente, nunca foi sexual. Eu lembro-me de um dia ao chegar do colégio e apanhar os meus pais a fazerem sexo e eles os dois gritaram e cobriram os seus sexos em estranhas contorções de corpo, como se eu nunca os tivesse visto com algo menor que as camisas de dormir estilo Downton Abbey.

A nudez dos meus pais sempre me pareceu normal, até que atingi o secundário e comecei a ver os corpos, principalmente o meu, como algo embaraçante. Quando entrei na fase inescapável da puberdade de odiar o corpo, eu comecei a usar o maior número de peças de roupa possível. Era estranho, e por vezes doloroso, vir para casa, para duas pessoas que se sentiam tão confortáveis com os seus corpos, enquanto eu só queria escapar ao facto de que existia por baixo do meu top de alças Limited Too. Olhando para os meus pais, pensava muitas vezes se eu alguma vez conseguiria ter esta abertura com alguém ou se alguém alguma vez se sentiria confortável em fazer o mesmo à minha frente.

Lembro-me de um dia chegar a casa a chorar, não muito depois do incidente do pai nu. Tinha havido uma clássica disputa de escola na parte de trás da camioneta escolar – que é o sítio onde todos os miúdos com classe se sentam – e um dos miúdos, o mais pomposo, tenta acabar a disputa declarando: “ Isto só acaba quando a mulher gorda cantar!”. Neste ponto o miúdo pelo qual eu tinha uma paixão responde: “Rápido, Kate, canta.” Contei isto tudo à minha mãe chorando no seu ombro. Após alguns minutos ela deu-me o conselho mais adulto que eu já tinha recebido (pelo menos até àquele momento): “Bem, tu nunca serás magra mas, definitivamente, não és uma mulher gorda. Basta fazeres exercício e não comeres as barras de gelado todas as noites, e ficarás bem.

Sim, este foi o franco conselho para uma criança que o maior problema era ser popular na camioneta escolar, mas a sua abertura em me tratar como um adulto me fez ver situações como esta de uma forma mais lógica. Enquanto eu lutava com os perigos aparentemente intermináveis da imagem corporal adolescente, o conforto despreocupado dos meus pais com seus corpos finalmente incutiu em mim um vislumbre de liberdade no final do túnel da puberdade. Embora o mundo exterior estivesse cheio julgamentos e imagens irreais de como alguém deve ser ou parecer, aqui em casa ninguém dava importância se eu nunca poderia vestir um tamanho menor ou se poderia ter diferentes tamanhos de mamilos, desde que eu tratasse da loiça e tivesse boas notas. Ali estavam duas pessoas que eram saudáveis, confidentes e apaixonadas. Duas pessoas que tinham passado por anos negros numa nudez feliz (talvez mais conforto que felicidade).

Assim, eu, naturalmente atravessei a fase da puberdade mais confiante e com a minha imagem corporal intacta, tanto física como psicológica (como eu espero que muitos consigam) – eu compreendi que, ao ver a capacidade dos meus pais de viverem sem vergonha dos seus corpos, me ajudou a interiorizar um mantra equilibrante: se eles se sentem bem com a sua pele, então eu um dia, eventualmente, também estarei. Quanto mais velha ficava, mais eu compreendia que a vida em minha casa não era estranha por os meus pais não usarem roupas…era estranha pela nossa abertura. A maioria das pessoas que eu conhecia não conseguia conversar com os pais durante o crescimento, como eu conseguia. A maioria dos pais não conseguia dar conselhos tão lógicos e avançados como os meus. Muitos dos meus amigos sentem-se mais à vontade em conversar com os meus pais do que com os deles. Sabem como se costuma dizer que se deve imaginar as pessoas em roupa interior para parecerem mais acessíveis? Eu não tinha que o fazer.

No outro dia o meu namorado chegou a casa com alguns amigos e, antes de abrir a porta, bateu com força e perguntou: “Kate! Estás vestida?” Como é que ele sabia que eu estava a aspirar a casa nua? Será que o bocado de pão que eu ponho a tapar o buraco da fechadura caiu outra vez? Quando tentei apanhar a primeira coisa mais à mão que desse para vestir, eu vislumbrei a minha imagem reflectida no espelho. Aí, eu compreendi como ele sabia que eu estava nua, como sabia que devia bater à porta: ele conhece-me. Depois de vivermos juntos durante um ano, ele sabe que raramente uso roupas em casa. E é assim: como muitas pessoas antes de mim, eu estou lentamente a parecer-me com os meus pais e, embora possa ser um pouco arrepiante, também é muito confortável.


Tradução livre casaisnudistas

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Tudo a nu

Saiu este domingo na revista do Correio da Manhã um artigo, com o titulo presente neste post, em que se mostra como o naturismo/nudismo tem vindo a aumentar em Portugal e os sitios, legalizados ou tolerados, onde se pode praticar. O Correio da Manhã de vez em quando faz menção a noticías do chamado mundo dos nus - o  nosso mundo, e segundo nos parece até mantém o nivel das noticias algo elevado, tratando a matéria com bastante isenção. E foi precisamente o que se passou neste caso. Embora a peça não seja extensa a notícia é interessante e mostra o naturismo/nudismo como a filosofia de vida que é e algo interessante onde se deve investir. Ao lermos o artigo,  algumas coisas não concordámos, mas com muitas concordámos, e iremos tentar fazer referências a elas em próximos posts, no entante não queremos deixar de enaltecer a forma como todos os intervenientes desta reportagem participaram dando opiniões muito acertadas e explicando de forma simples os sentimentos da prática do nu natural, bem como a necessidade de espaços condignos para a sua prática. Mas não foram só as opiniões que as pessoas deram, algumas também deram a cara, num misto de coragem (num mundo de etiquetas, muitas são atribuidas incorrectamente) e de abertura. Para elas o nosso obrigado. No entanto gostariamos de deixar uma palavra especial para o Rui e a Isa, o casal que dá corpo à capa da revista do Correio da Manhã, que segundo o artigo se encontram à espera de bebé, estando nós a passar por algo semelhante, gostariamos de lhes dar os nossos parabéns.

Para quem quiser aceder à reportagem fica aqui a ligação ao Correio da Manhã e se quiserem aceder directamente à fonte da reportagem fica também a ligação ao CNC.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/outros/domingo/o-elogio-de-uma-vida-mais-natural>

http://clubenaturistacentro.blogspot.pt/

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Campanha de Verão

No passado dia 20 de Junho começou o Verão e com ele veio logo o calor e o bom tempo dando a ideia de que tinha vindo para ficar. Ideia errada pois o calor foi sol de pouca dura e os dias passaram a amenos e algo ventosos, principalmente de manhã e ao fim do dia. No entanto espera-se que os dias ainda melhorem e que possamos ter um Verão em grande. Mas sempre que chega esta época começam a aparecer as campanhas milagrosas que permitem às pessoas usufruírem do Verão e da praia com corpos melhorados. São os produtos que tiram a celulite em pouco tempo, são os iogurtes que permitem um corpo melhorado ou que tiram a barriga, enfim um pouco de tudo e tudo para que as pessoas possam mostrar os seus corpos na praia sem complexos. Nós, à semelhança do que aconteceu no ano passado, vamos voltar a ter a nossa campanha, desta feita baseada numa que vimos de uns iogurtes que prometem ajudar a moldar o corpo para a praia e que diz o seguinte - juro mostrar a minha barriga na praia.
Assim sendo aqui fica a nossa campanha de Verão para este ano.

Dificil de entender...

Embora ultimamente um pouco afastados da blogosfera, devido a motivos profissionais por excesso de trabalho e a motivos pessoais que se prendem com o futuro aumento da familia, o que nos impede de dar uma atenção mais frequente à nossa página, não deixamos de nos manter atentos ao que se passa em nosso redor e que possa ter algo a ver com nudismo. E assim deparámo-nos com esta pérola no Correio da Manhã de ontem:

Anita Costa: "Uso biquíni porque não gosto de marcas"

 – Nudismo ou topless?
– Nem uma coisa nem outra. Adoro fatos-de-banho e triquínis, mas só uso biquínis porque não gosto de marcas no corpo.

 Maravilhoso. Como não gosta de marcas no corpo, usa um biquini. (...???)

terça-feira, 19 de junho de 2012

Supermercado faz inauguração com clientes nus.

Os habitantes do pequeno lugar Süderlügum (Schleswig-Holstein) em Norte Frisian, na fronteira com a Dinamarca viram o seu novo supermercado "Priss" ser inaugurado de uma maneira sui generis. Os primeiros clientes a entrarem completamente nus, poderiam fazer compras gratuitamente até um total de 2.000 coroas (270 €).
Dito efeito: Vestindo apenas os sapatos, os clientes (principalmente dinamarqueses) invadiram o novo supermercado. Especialmente populares foram as bebidas alcoólicas e os doces, que são mais caros na Dinamarca.
O director do supermercado Nils Dorff pareceu algo impressionado pelo sucesso da sua campanha de abertura: "Eu nunca pensei que 100 pessoas pudessem responder ao repto, pensei que talvez no máximo dez. A minha loja está cheia de pessoas sem roupa. "
A polícia chegou mesmo a falar de 250 compradores nus, alguns dizem ter mesmo passado a noite antes da abertura da loja numa tenda.

Notícia Trifter

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Ciclistas nus encorajam uso da bicicleta

Decorreu no fim de semana passado mais um evento do World Naked Bike Ride. Nalguns casos como protesto pela falta de condições para a circulação de bicicletas, noutros casos só para demonstrar a liberdade da participação da nudez nas nossas vidas. Em qualquer dos casos o evento decorreu em várias cidades do mundo sem problemas de maior, quer levantados pelas populações dessas cidades quer pelas autoridades. Às vezes até em locais que à partida nos pareceriam impossiveis para concretizar este evento. Portugal ainda tem muito para aprender...

 São Francisco 

Cidade do México 

Madrid 

Londres 

Hyde Park 

Amesterdão