terça-feira, 30 de junho de 2015
Aniversário da Praia do Meco
Realizou-se neste domingo o dia mundial do Naturismo e o aniversário da Praia do Meco.
Nós, como habituais frequentadores desta praia, marcámos presença, num dia em que a praia estava repleta de corpos nus, alguns com mistura de têxteis, algo aliás repetitivo no mundo Nudonaturista.
No entanto foi agradável ver que muitos Nudistas/Naturistas aproveitaram o sol para estarem presentes nesta praia que fazia 20 anos de legalidade nudista.
Só foi pena que o mar estivesse muito forte, aliás como é muito usual nesta praia, não permitindo o seu usufruto total num dia de muito calor, tendo as pessoas optado por se refrescarem à beira mar.
Mas não deixou de ser um dia bem passado.
segunda-feira, 22 de junho de 2015
domingo, 21 de junho de 2015
Dia Mundial do Naturismo
Todos ao Meco dia 28 de Junho para celebrar o Dia Mundial do Naturismo e o vigésimo aniversário da legalização da praia do Meco.
A FPN convida todos os naturistas e nudistas a estarem presentes neste evento.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Depilação íntima: método usado por você pode definir seu comportamento
A depilação da genitália feminina pode influenciar a saúde íntima de uma mulher? Ou pode dizer sobre suas escolhas e atividade sexual? São essas questões que uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) quer responder com a ajuda de mulheres e homens.
A depilação, embora seja uma atividade cada dia mais comum, ainda foi pouco analisada cientificamente. É por isso que pesquisadoras do Ambulatório de Estudos em Sexualidade Humana (AESH) do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da USP de Ribeirão Preto lançaram uma pesquisa sobre a preferência de homens e mulheres.
O que sua depilação diz sobre você?
Segundo a pesquisadora Maria Luiza Prudente de Oliveira, a intenção da pesquisa é traçar perfis de mulheres e suas preferências por depilação e, a partir disso, analisar aspectos clínicos e comportamentais. "Hoje em dia quase todas as mulheres fazem depilação. A tendência estética, a crença na melhoria da higiene genital ou a preferência masculina parecem influenciar essa prática. Queríamos saber qual a motivação, e concomitantemente, a gente pensou em saber se a preferência masculina responde um pouco a isso", explica a pesquisadora em entrevista ao site G1.
Observar e relacionar grau de escolaridade, idade, orientação sexual e tipo de relacionamento é um dos objetivos. “Também vamos analisar a função sexual, tanto dos homens quanto das mulheres. O que é esperado como hipótese do trabalho é que exista uma confluência entre a preferência masculina e feminina", diz.
A pesquisa será analisada em duas fases. Na primeira, o perfil de homens e mulheres serão traçados e relacionados com o tipo de depilação preferida. A partir disso, as pesquisadoras vão cruzar a escolha com o comportamento sexual das mulheres e os possíveis sintomas clínicos que ela pode causar.
Depilar a virilha faz mal?
Embora comum e praticada por muitas mulheres, a depilação ainda não teve seus impactos estudados. "Existem várias hipóteses de que o pelo é proteção, ou de que em compensação, pelo demais, em um ambiente tropical, prejudica a ventilação. Acreditamos que os resultados dos questionários nos mostrem que há certa diferença, dependendo do tipo de depilação, para a parte clínica", explica.Depilação íntima que os homens mais gostam
Outra questão que será tratada pela pesquisa é a influência da diferença geracional. A pesquisadora questiona: “homens mais novos, que viveram a geração do pornô, preferem mulheres completamente depiladas? Homens mais velhos preferem as virilhas menos depiladas?”.Pesquisa sobre depilação
O questionário fica disponível na internet por seis meses. Respondidas de forma anônima, as questões são divididas para homens e mulheres.Aquelas voltadas ao público feminino perguntam sobre idade, grau de escolaridade, região, preferência de depilação e hábitos sexuais, como frequência das relações, estado civil e orgasmos.
Já os homens respondem um menor número de questões. Além de traçar o perfil, as perguntas buscam informações sobre a preferência do tipo de depilação, o motivo da escolha (beleza, higiene ou relação sexual) e frequência com que pratica atividades sexuais.
domingo, 3 de maio de 2015
terça-feira, 31 de março de 2015
Exposição só pode ser visitada por pessoas sem roupa
Intitulada de 'Getting Naked', a exposição foi exibida no museu de Kitchener, no Canadá.
Várias pessoas visitaram a mais recente exposição inaugurada no museu
sem nenhuma peça de roupa. O nome da exposição de arte era justamente
"Getting Naked", em português "Ficar nu", e decorreu na passada
sexta-feira, dia vinte e sete de Março, no Museu de Kitchener. As
pessoas dispostas a despir-se totalmente para verem as obras puderam,
então, observar e apreciar diversas obras de arte expostas, em
particular telas e esculturas.
O Museu de Kitchener abriu ao público em Setembro de 2003 e oferece uma
série de exposições interactivas. Esta exposição em particular está a
causar alguma controvérsia na província de Ontário, no Canadá, bem como a
criar uma onda de curiosidade em várias partes do mundo devido ao facto
de convidar os visitantes e espectadores a tirar, obrigatoriamente,
toda a roupa antes de entrar no Museu Kitchener. Os visitantes chegaram
normalmente vestidos e foram convidados a despirem-se num local privado.
A ideia era, segundo o Museu, "deixar para trás a multidão de limites e
restrições que a roupa impõe". Os visitantes podiam deixar de ser voyeur
para se tornar parte da exposição. A entrada na exposição estava aberta
a todas as idades; porém, as crianças menores de 13 anos só podiam
entrar acompanhadas pelos pais.
Relativamente à exposição as opiniões dos canadenses dividem-se.
Enquanto uns apoiaram a ideia, apesar de acharam a proposta ousada
outros, no entanto, consideram-na uma falta de respeito afirmando que
não está relacionada com arte em nenhum aspecto. Também em Portugal as
opiniões não são partilhadas de igual modo, havendo quem considere a
exposição uma forma evoluída, criativa e original de despir o
preconceito e quem encare a exposição como uma forma excêntrica, demente
e vergonhosa de expor o corpo. São também várias as pessoas que
proferem várias críticas aos corpos fotografados que visitaram a
exposição, por não corresponderem aos padrões de beleza estipulados.
Apesar da polémica em volta de "Getting Naked" não foi registado nenhum
incidente. No entanto, a discussão continua. E você, ficaria sem
nenhuma peça de roupa para poder apreciar obras de arte?
blastingnews
blastingnews
Movimento "Libertem o mamilo" torna-se viral após caso de jovem islandesa
A 'hashtag' #FreeTheNipple visa retirar a carga sexual atribuída por muitas culturas aos mamilos femininos. E tem cada vez mais participantes nas redes sociais, como o Twitter.
A "revolução", como há quem lhe chame, começou na Islândia, após uma jovem de 17 anos ter sido criticada no Twitter por participar numa campanha que defende que não deveria haver qualquer diferença entre a imagem de um rapaz em tronco nu e a de uma rapariga. Após o seu caso, a 'hashtag' #FreeTheNipple tornou-se viral e o Twitter está hoje cheio de fotos de mulheres a mostrarem os seus mamilos.
Adda Þóreyjardóttir Smáradóttir, a referida estudante de 17 anos e presidente do grupo feminista da Faculdade Comercial da Islândia, decidiu lançar na sua universidade o dia "Free The Nipple" (Libertem o Mamilo) para o dia 26 de março.
A ideia insere-se num movimento pela igualdade que pretende alterar mentalidades, de forma a retirar carga erótica ao peito feminino e que possibilite, por exemplo ações como a amamentação em público, que é proibida em muitos países do mundo - incluindo 35 estados dos EUA. A cantora Miley Cyrus é uma das figuras públicas que apoia a campanha.
Naquela faculdade islandesa, conta o jornal britânico Independent, a iniciativa foi criticada por alguns, designadamente por um rapaz que publicou no Twitter uma foto sua em tronco nu argumentando que se fosse assim para as aulas seria mal recebido.
Adda não se ficou. Tentando argumentar que não era isso que estava em causa, publicou na mesma rede social uma imagem dos seus mamilos. Foi o suficiente para que muitos internautas a começassem a ridicularizar.
E para que muitas mulheres se juntassem à causa, publicando imagens suas em topless, ou de alguma forma, com os mamilos visíveis. Sempre com a 'hashtag' #FreeTheNipple.
Adda admite que teve de apagar a sua foto - o Twitter e o Facebook tendem a censurar quaisquer imagens que mostrem mamilos femininos - mas elogia: "Foi o suficiente para começar a revolução", escreveu no Facebook, em Islandês.
O movimento está a correr vários países do mundo, ainda que tenha particular incidência no norte da Europa. E encontra apoiantes de várias idades:
Até porque, como diz bem-humorada esta internauta, somos todos os mesmos, só que com diferentes cores..
Este é mais um caso em que se tenta utilizar o poder das redes sociais para mudar mentalidades. Neste mesmo género de ação, a humorista americana Chelsea Handler chegou mesmo a entrar numa guerra de palavras com o Twitter por este ter censurado uma foto sua em que imitava Vladimir Putin a montar a cavalo em tronco nu.
A imagem do presidente russo correu mundo, enquanto a sua foi censurada.
"Se um homem publica uma foto dos seus mamilos, está tudo bem, mas uma mulher não pode? Estamos em 1825?", escreveu então a humorista.
A "revolução", como há quem lhe chame, começou na Islândia, após uma jovem de 17 anos ter sido criticada no Twitter por participar numa campanha que defende que não deveria haver qualquer diferença entre a imagem de um rapaz em tronco nu e a de uma rapariga. Após o seu caso, a 'hashtag' #FreeTheNipple tornou-se viral e o Twitter está hoje cheio de fotos de mulheres a mostrarem os seus mamilos.
Adda Þóreyjardóttir Smáradóttir, a referida estudante de 17 anos e presidente do grupo feminista da Faculdade Comercial da Islândia, decidiu lançar na sua universidade o dia "Free The Nipple" (Libertem o Mamilo) para o dia 26 de março.
A ideia insere-se num movimento pela igualdade que pretende alterar mentalidades, de forma a retirar carga erótica ao peito feminino e que possibilite, por exemplo ações como a amamentação em público, que é proibida em muitos países do mundo - incluindo 35 estados dos EUA. A cantora Miley Cyrus é uma das figuras públicas que apoia a campanha.
Naquela faculdade islandesa, conta o jornal britânico Independent, a iniciativa foi criticada por alguns, designadamente por um rapaz que publicou no Twitter uma foto sua em tronco nu argumentando que se fosse assim para as aulas seria mal recebido.
Adda não se ficou. Tentando argumentar que não era isso que estava em causa, publicou na mesma rede social uma imagem dos seus mamilos. Foi o suficiente para que muitos internautas a começassem a ridicularizar.
E para que muitas mulheres se juntassem à causa, publicando imagens suas em topless, ou de alguma forma, com os mamilos visíveis. Sempre com a 'hashtag' #FreeTheNipple.
Adda admite que teve de apagar a sua foto - o Twitter e o Facebook tendem a censurar quaisquer imagens que mostrem mamilos femininos - mas elogia: "Foi o suficiente para começar a revolução", escreveu no Facebook, em Islandês.
O movimento está a correr vários países do mundo, ainda que tenha particular incidência no norte da Europa. E encontra apoiantes de várias idades:
Até porque, como diz bem-humorada esta internauta, somos todos os mesmos, só que com diferentes cores..
Este é mais um caso em que se tenta utilizar o poder das redes sociais para mudar mentalidades. Neste mesmo género de ação, a humorista americana Chelsea Handler chegou mesmo a entrar numa guerra de palavras com o Twitter por este ter censurado uma foto sua em que imitava Vladimir Putin a montar a cavalo em tronco nu.
A imagem do presidente russo correu mundo, enquanto a sua foi censurada.
"Se um homem publica uma foto dos seus mamilos, está tudo bem, mas uma mulher não pode? Estamos em 1825?", escreveu então a humorista.
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