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sábado, 31 de dezembro de 2016

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Existem boas notícias para pessoas que simplesmente gostam de estar nuas



Por Amanda Chatel

Nem toda a gente se sente confortável quando está nu. Mas para aqueles que se sentem, nós estamos consigo. Você é o "pessoa nua", o amigo que se despe mal surge a oportunidade e prefere estar nu a ter de usar até mesmo a roupa mais fresca.
"Durante a maior parte do tempo, eu adoro estar nua", Sarah, 29, "É muito confortável e acho que a maioria das roupas, especialmente o calçado, é muito restritiva. Eu sou a pessoa que tenta andar descalça, o mais possível todo o verão. Eu também durmo muito melhor nua do que usando até mesmo os mais suaves e frouxos pijamas. "
Ela não é a única. Felizmente, estar nu é realmente bom para si. Do poder ao abraçar o seu corpo na sua vulnerabilidade aos benefícios de saúde, existem vantagens verdadeiras aa ser essa pessoa que prefere a nudez.

Dorme-se melhor quando se está nu.


Dormir nu tem a ver sobre a temperatura corporal. Sem as roupas apertadas que aquecem as coisas, a temperatura do corpo permanece baixa, o que pode ajudá-lo a ter um sono melhor e mais completo - que por sua vez tem todos os tipos de benefícios para a saúde (incluindo a redução das probabilidades de diabetes). A interrupção do natural arrefecer do seu corpo durante o sono pode levar a coisas como insónia, problemas de peso e problemas de alimentação.

Suas partes privadas agradecer-lhe-ão.


Semelhante ao resto do seu corpo, as suas partes privadas precisam de tempo para arejar. Isto acontece principalmente com as vaginas, que podem tornar-se presas para as bactérias e fungos que causam infecções. Dormir nua permite que a vagina "respire" em vez de a manter constantemente fechada com roupas. Como Nicole Prause da Universidade da Califórnia, Los Angeles, disse ao Medical Daily, "Dormir nua irá reduzir a capacidade dessas bactérias (sempre presentes) de dominar a flora vaginal normal e saudável".

Dormir nu é bom para a sua vida sexual.


Existe uma razão para que ao dormir nua se sinta inerentemente sexy - entrar em contato com nossa própria forma nua é algo que normalmente só fazemos quando estamos prestes a ficar íntimo com alguém (ou ao ir para o chuveiro). Dormir nua pode realmente incentivar o sexo com seu parceiro. Foi demonstrado que o contato de pele com pele solicita a libertação de oxitocina, a chamada " hormona do amor". A oxitocina não só estimula a excitação, mas também pode aumentar os orgasmos. Já para não falar que estar nu significa não ter que estar nervoso para despir as roupas, derrubando assim uma barreira.
E quando você faz sexo? O sentir-se confortável com o seu próprio corpo pode fazer uma enorme diferença. A insegurança com o corpo tem sido demonstrada como tendo uma relação directa com a satisfação sexual, algo que qualquer pessoa que se apresse a desligar as luzes antes de se despir sabe muito bem. Quando ficamos cada vez mais familiarizados e confortáveis ​​com os nossos corpos nus, podemos ser muito mais abertos com a outra pessoa.

Possuir a decisão de ficar nu pode ser poderoso.


Decidir estar nu - deixe os outros vê-lo ou não - é uma decisão de poder precisamente porque envolve vulnerabilidade. Tirar as suas roupas significa enfrentar o seu próprio corpo, e embora nem toda a gente ache que possa ser um reforço de confiança, o próprio acto de se confrontar com o seu corpo pode ser libertador.

Projetos como Herself.com, além de uma inspiração pelas mensagens transmitidas, lembram as mulheres que podem escolher quando ficar nuas, quando não ficar e como as imagens podem ser partilhadas - ou não. Numa época em que a insatisfação corporal é desenfreada entre homens e mulheres, ficar nu e abraçar o seu corpo nos seus próprios termos pode ser um acto radical de amor-próprio. Além disso, o "contacto" regular com o seu próprio corpo traz uma maior consciência dele, algo que o pode inspirar a prestar mais atenção a ele e a tratá-lo com mais amor. E ver-nos a nós próprios com compaixão é uma das coisas mais importantes (e mais divertidas) que podemos fazer.

sábado, 24 de dezembro de 2016


CASAIS NUDISTAS DESEJA A TODOS OS QUE NOS SEGUEM UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO DE 2017.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Justiça facebokiana.


Algumas das fotos de mamas que acompanhavam opiniões ou artigos postados na nossa página do facebook foram removidos pelos púdicos e retrógrados senhores que gerem essa rede social
São pessoas que ainda vivem na idade da pedra e que acham que a foto frontal de um corpo nu (algo totalmente natural) fere mais e é mais poderosa que uma imagem de violência.
Parece que nestas coisas a denuncia é comum, mas para haver denuncia teve de haver procura, e para haver procura tem de haver interesse em ver nudez.
Mas o que é normal é ver a nudez às escondidas em vez de a expressar abertamente como algo natural que é.
Haja paciência e perseverança.

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sábado, 15 de outubro de 2016

PILAS DE PEDRA

Por Ana Manuel Ferreira
Em Capazes.pt


Não se alarmem pelo título da crónica, não vou pôr-me para aqui a fazer reviews a dildos ou algo do género. Mas é mesmo esse o tema: uma pila de pedra.

Sucede que uma cidadã russa achou que era indigno colocar perto de uma escola uma réplica da estátua de David de Miguel Ângelo.
O David está nu, claro.

A senhora preocupa-se imenso com o facto de as crianças observarem a nudez da estátua, diz que não é normal e lhes deforma a alma. Nem mesmo o facto de a escola alegar que os seus alunos tinham cultura suficiente para não se chocarem com a estátua apaziguou a mulher.

E não é só na Rússia que a nudez chateia! Ao que parece, alguns media americanos acharam que um quadro de Modigliani que retratava uma mulher nua precisava de ser censurado. Ou seja, um dos mais valiosos quadros do mundo (o mais caro de um italiano), foi desfocado e censurado porque mostrava maminhas e pelos púbicos.

O Drama!
O Horror!

Perdoem-me a ironia.
A verdade é que isto me perturba profundamente e tenho de rir para não chorar.
Que obsessão é esta com a censura da nudez, quem resolveu dizer que os nossos corpos eram algo sujo que precisava de ser tapado, escondido, motivo de vergonha? Será que existe alguém no mundo que não tenha nascido nu?
O que há de tão errado em mostrar pilas e mamas e pelos às crianças?

O que há de tão errado em contar a história verdadeira da sua concepção?
Que história ridícula é essa da sementinha? E o raio da cegonha, que nem dois metros conseguiria transportar um puto, quanto mais de França até aqui?
Será que queremos mesmo mentir aos miúdos? Será que queremos fazê-los de parvos e minar a confiança que têm em nós? Será que queremos que eles cresçam com a ideia de que os seus corpos são algo que precisam de esconder?
Se calhar a culpa é dos meus pais. Sou uma traumatizada, coitada de mim.

É que cresci com gente nua a andar pela casa.
Corri nua na praia atrás das gaivotas e do meu irmão, que também andava por lá com a pilinha a abanar ao vento. Nos meus álbuns de fotografias, disponíveis para a visualização de toda a família, existem fotos da minha mãe grávida e nua, a falar ao telefone.
Nunca isto me pareceu estranho, nunca me senti esquisita. Sempre que via a fotografia da minha mãe nua, via uma grávida a falar ao telefone, só recentemente é que me apercebi que andava a mostrar aos meus sogros fotos da minha mãe em pelota.
(Mamã: sei que provavelmente não te importas, mas desculpa lá o mau jeito)
Mas há mais!

A minha infância ia dar ao Quintino pano para mangas.
Cresci a ver fotos de pipis e pilinhas em livros de anatomia. Aprendi como as coisas funcionavam, comi muita sebenta com vaginas desenhadas, enquanto a minha mãe se preparava para os exames.
Quando perguntei como se faziam os bebés aos meus pais, mostraram-me um livro com imagens e explicaram-me como a coisa funcionava. Sem filtros. Sem a parte do “quando um homem e uma mulher se amam muito”, porque essa parte não é científica. Essa parte é o que dizemos a nós próprios para diminuir a vergonha de algo que não é vergonha nenhuma. (Como podemos ter vergonha do milagre que é criar uma vida?)

Mais tarde fiz a mesma pergunta à minha ama, que me contou a história de o homem regar a sementinha da mulher. Chamei-lhe mentirosa e expliquei-lhe o que me tinham dito, usei palavras feias como pénis e vagina. A senhora ficou de todas as cores, coitada. Não sei que idade tinha, mas devia ser menos de seis anos porque acho que ainda não andava na escola.
Só gostava de ser uma mosquinha para ouvir a conversa que ela teve com os meus pais depois.

Digo que estou traumatizada, mas a verdade é que não o sinto.
Cresci feliz e bem resolvida. Fui boa aluna e uma adolescente responsável, tive cuidado com a minha saúde sexual (sim, isso existe) e não deixei de passar pelas experiências que queria. Tive paixonetas platónicas, flirts e namorados que gostaram mesmo de mim, até que um deles se casou comigo (coitado).

Hoje ambos andamos nus pela sala, prontos a traumatizar os filhos que hão-de vir.
Pelo menos só se estraga uma casa.

sexta-feira, 29 de julho de 2016


Nudismo/naturismo tolerante



Este assunto já foi referido por nós várias vezes (talvez todos os anos), mas parece que é necessário relembrá-lo sempre, até para podermos fazer valer os nossos direitos de nudistas/naturistas.
Estamos em plena época balnear, e como de costume temos desfrutado do bom tempo e do calor que temos tido em Portugal na praia do Meco, como todos os anos acontece.
No entanto este ano, nós e demais pessoas que partilham da nossa maneira de estar perante a nudez, ao contrário do que acontecia noutros anos em que nos distanciávamos, temos ficado logo à entrada da praia nudista, de modo a fazermos ver aos texteis que podemos e devemos estar como estamos nesta praia que é uma praia legalizada naturista e que quem está mal são eles e não nós.
Mas infelizmente parece que os texteis não compreendem ou não querem compreender, pois a quantidade de texteis é tanta que chega a parecer que nós é que invadimos a praia deles e não o contrário.
Como é possível pessoas que têm tanto pudor com a nudez e, possivelmente, muitos acharem a nudez um tabu, não se coibirem de invadir uma praia naturista e misturarem-se com as pessoas despidas.
E se um ainda fosse nudista/naturista, não chocava tanto, mas não, nenhum é nudista/naturista (e por vezes são famílias inteiras), e em alguns casos as sras. só fazem topless (minhas sras. uma dica: TOPLESS TAMBÉM PODEM FAZER NA PRAIA TEXTIL).
As praias naturistas em Portugal são legalizadas e isso já é um avanço muito significativo, no entanto essas praias deveriam ser legalizadas mas de nudismo/naturismo obrigatório, pois quando vamos a uma praia textil também somos obrigados a estar vestidos. E já agora, se um textil pode chamar a polícia marítima se um nudista/naturista estiver nu numa praia textil, porque não podemos nós fazer o mesmo quando os texteis invadem as praias naturistas?
Somos demasiado tolerantes...