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domingo, 3 de maio de 2015

terça-feira, 31 de março de 2015

Exposição só pode ser visitada por pessoas sem roupa

Intitulada de 'Getting Naked', a exposição foi exibida no museu de Kitchener, no Canadá. 


Várias pessoas visitaram a mais recente exposição inaugurada no museu sem nenhuma peça de roupa. O nome da exposição de arte era justamente "Getting Naked", em português "Ficar nu", e decorreu na passada sexta-feira, dia vinte e sete de Março, no Museu de Kitchener. As pessoas dispostas a despir-se totalmente para verem as obras puderam, então, observar e apreciar diversas obras de arte expostas, em particular telas e esculturas.


O Museu de Kitchener abriu ao público em Setembro de 2003 e oferece uma série de exposições interactivas. Esta exposição em particular está a causar alguma controvérsia na província de Ontário, no Canadá, bem como a criar uma onda de curiosidade em várias partes do mundo devido ao facto de convidar os visitantes e espectadores a tirar, obrigatoriamente, toda a roupa antes de entrar no Museu Kitchener. Os visitantes chegaram normalmente vestidos e foram convidados a despirem-se num local privado. A ideia era, segundo o Museu, "deixar para trás a multidão de limites e restrições que a roupa impõe". Os visitantes podiam deixar de ser voyeur para se tornar parte da exposição. A entrada na exposição estava aberta a todas as idades; porém, as crianças menores de 13 anos só podiam entrar acompanhadas pelos pais.


Relativamente à exposição as opiniões dos canadenses dividem-se. Enquanto uns apoiaram a ideia, apesar de acharam a proposta ousada outros, no entanto, consideram-na uma falta de respeito afirmando que não está relacionada com arte em nenhum aspecto. Também em Portugal as opiniões não são partilhadas de igual modo, havendo quem considere a exposição uma forma evoluída, criativa e original de despir o preconceito e quem encare a exposição como uma forma excêntrica, demente e vergonhosa de expor o corpo. São também várias as pessoas que proferem várias críticas aos corpos fotografados que visitaram a exposição, por não corresponderem aos padrões de beleza estipulados. Apesar da polémica em volta  de "Getting Naked" não foi registado nenhum incidente. No entanto, a discussão continua. E você, ficaria sem nenhuma peça de roupa para poder apreciar obras de arte? 

blastingnews

Movimento "Libertem o mamilo" torna-se viral após caso de jovem islandesa

A 'hashtag' #FreeTheNipple visa retirar a carga sexual atribuída por muitas culturas aos mamilos femininos. E tem cada vez mais participantes nas redes sociais, como o Twitter.
A "revolução", como há quem lhe chame, começou na Islândia, após uma jovem de 17 anos ter sido criticada no Twitter por participar numa campanha que defende que não deveria haver qualquer diferença entre a imagem de um rapaz em tronco nu e a de uma rapariga. Após o seu caso, a 'hashtag' #FreeTheNipple tornou-se viral e o Twitter está hoje cheio de fotos de mulheres a mostrarem os seus mamilos.

Adda Þóreyjardóttir Smáradóttir, a referida estudante de 17 anos e presidente do grupo feminista da Faculdade Comercial da Islândia, decidiu lançar na sua universidade o dia "Free The Nipple" (Libertem o Mamilo) para o dia 26 de março.
A ideia insere-se num movimento pela igualdade que pretende alterar mentalidades, de forma a retirar carga erótica ao peito feminino e que possibilite, por exemplo ações como a amamentação em público, que é proibida em muitos países do mundo - incluindo 35 estados dos EUA. A cantora Miley Cyrus é uma das figuras públicas que apoia a campanha.
Naquela faculdade islandesa, conta o jornal britânico Independent, a iniciativa foi criticada por alguns, designadamente por um rapaz que publicou no Twitter uma foto sua em tronco nu argumentando que se fosse assim para as aulas seria mal recebido.
Adda não se ficou. Tentando argumentar que não era isso que estava em causa, publicou na mesma rede social uma imagem dos seus mamilos. Foi o suficiente para que muitos internautas a começassem a ridicularizar.
E para que muitas mulheres se juntassem à causa, publicando imagens suas em topless, ou de alguma forma, com os mamilos visíveis. Sempre com a 'hashtag' #FreeTheNipple.


Adda admite que teve de apagar a sua foto - o Twitter e o Facebook tendem a censurar quaisquer imagens que mostrem mamilos femininos - mas elogia: "Foi o suficiente para começar a revolução", escreveu no Facebook, em Islandês.
O movimento está a correr vários países do mundo, ainda que tenha particular incidência no norte da Europa. E encontra apoiantes de várias idades:
Até porque, como diz bem-humorada esta internauta, somos todos os mesmos, só que com diferentes cores..
Este é mais um caso em que se tenta utilizar o poder das redes sociais para mudar mentalidades. Neste mesmo género de ação, a humorista americana Chelsea Handler chegou mesmo a entrar numa guerra de palavras com o Twitter por este ter censurado uma foto sua em que imitava Vladimir Putin a montar a cavalo em tronco nu.
A imagem do presidente russo correu mundo, enquanto a sua foi censurada.
"Se um homem publica uma foto dos seus mamilos, está tudo bem, mas uma mulher não pode? Estamos em 1825?", escreveu então a humorista.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Facebook esclarece em detalhe quais são as suas regras no que diz respeito ao que é publicado

Para não haver mais confusões sobre o que se pode ou não publicar, e para evitar mais páginas bloqueadas, o facebook veio explicar em pormenor algumas das regras de publicação referentes a vários tópicos, entre os quais a nudez.

Nudez: Esta é, provavelmente, a alínea que mais tinta fez correr nos últimos tempos, levando muitos utilizadores a criticarem o Facebook. O que é que o Facebook considera como nudez? Se antes tal não era especificado, agora já não há razões para queixa: "O Facebook tem uma política rigorosa que proíbe a partilha de conteúdo pornográfico e qualquer conteúdo sexualmente explícito onde esteja envolvido um menor. Também impomos limites à nudez". Quais? É proibido publicar imagens de "genitais, rabos completamente expostos e de seios femininos, se a fotografia incluir o mamilo, exceção feita em imagens de mulheres a amamentar ou a mostrar as cicatrizes de uma mastectomia". Ilustrações com nudez também serão permitidas, desde que sejam feitas com "fins educacionais ou satíricos" e não sejam "explícitas".

Será a nudez e o corpo nu assim tão horroroso que seja preciso escondê-lo?
Quando se começará a considerar a nudez como algo natural?
Será que estas pessoas quando se despem fecham os olhos, para não se verem nuas?

O maior mergulho coletivo nu do mundo

Quase 800 pessoas deslocaram-se, domingo dia 08/03/2015, a uma praia australiana para baterem o recorde do maior mergulho coletivo nu do mundo.


A marca anterior pertencia à Nova Zelândia que tinha reunido 744 pessoas.
A iniciativa, realizada na praia de South Fremantle, em Perth, pretendeu obter fundos para a Fundação Butterfly, uma instituição australiana que representa as pessoas afetadas por distúrbios alimentares e pela imagem corporal.
Os organizadores esperavam reunir mais de mil participantes. Ficaram-se pelos 790 mas, mesmo assim, melhoraram a marca mundial.
"Foi uma experiência muito libertadora para as pessoas que têm problemas com o seu corpo", disse um dos participantes.

Noticia JN

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

3ª Légua Nudista

 
A terceira Légua Nudista Internacional da Praia do Meco já está acertada para sábado 19 de setembro, dia em que a organização espera multiplicar os participantes.
As regras são simples: correr (praticamente) como se veio ao mundo a distância de uma légua na areia, num percurso de ida e volta com 5 km. E é apenas praticamente porque as meninas, para quem seja desconfortável pular, podem usar uma sutiã discreto. Quanto ao resto, vá, são permitidas sapatilhas (e meias, lá está). E aconselha-se o uso de protetor solar.
Esta será a terceira edição, que se espera concorrida, até porque não tem limite de inscritos. Na primeira, em 2013, terminaram 28, na segunda, em Maio de 2014, quase dobrou. José Sousa, das Lebres do Sado, acredita que a evolução se manterá. Até porque, e isto dizemos nós, tudo vai do começar.
Além da corrida, cujo dorsal é uma pulseira, haverá uma caminhada. Ah, e uma t-shirt, por incongruente que pareça. “Depois treinam com ela, como eu faço, diz José Sousa”. A inscrição faz-se em legua-nudista@gmail.com e manterá o preço anterior de 7,5€.
A prova terá o apoio da Associação de Atletismo Lebres do Sado, do Clube Naturista do Centro, da Federação Portuguesa de Naturismo e da Federação Naturista Internacional.

Ivete Carneiro

running.jn 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Salão Erótico do Porto com sala de nudismo.

Pois é, nem queríamos acreditar quando lemos esta noticia no Correio da Manhã de sexta feira.
Depois de passarmos o tempo todo a dizer que o nudismo não tem nada a ver com sexo, que se trata simplesmente de algo que acreditamos ser natural e que não se deve fazer essa ligação, alguém resolve fazer uma colagem com uma feira de sexo, permitindo a criação de uma sala de nudismo com camarim e bar.
Será que não perceberam que esta iniciativa abala o trabalho desenvolvido pelas associações existentes na luta por mais e melhores espaços nudistas/naturistas?
Nada temos contra as feiras eróticas ou feiras de sexo, no entanto continuamos a achar que o nudismo/naturismo não é sexual, podendo ser, até, uma actividade familiar.
Se querem divulgar o nudismo numa feira, porque não fazer uma feira de nudismo/naturismo, com a participação de todas as associações e parques existentes, não só em Portugal como também em Espanha, algumas empresas ligadas ao naturismo (spas, massagens e produtos naturais),  e, então sim, uma zona nudista vedada para quem quisesse despir-se de preconceitos.
E como estas feiras temáticas costumam ter "embaixadores", com certeza que algumas das figuras públicas que se identificam com este estilo de vida, não se importariam de o fazer.
Fica a ideia...